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Dia do Livro: a leitura reforça os laços familiares e contribui para o desenvolvimento infantil

Pedagoga lista seis dicas que poderão deixar o momento de ler mais prazeroso para toda a família

Todas as crianças, sem exceção, gostam de ouvir histórias. A leitura de livros, além de divertir estimula a criatividade e a imaginação dos pequenos. Para comemorar o Dia Mundial do Livro (24/04), a pedagoga Bruna Duarte Vitorino listou algumas dicas para deixar o momento ainda mais gostoso. Confira:

1. Procure ler com frequência para a criança em casa;

2. Estimule brincadeiras sobre o livro lido, como desenhar a cena que mais gostou ou utilizar bonecos para reproduzir a história;

3. Utilize a história do livro para associar à vivência da criança, durante um passeio ao parque, ou chamando a atenção para algo que apareceu no livro, como uma flor, ou um trem, para incentivar uma conversa sobre o assunto e explorar o conhecimento adquirido com o exemplar;

4. Não force a leitura. Mesmo quando ela já está conhecendo algumas palavras é importante cultivar este momento de interação com as crianças;

5. Escolha livros com um conteúdo pelo qual elas se interessem, para proporcionar um momento prazeroso em família;

6. Deixe os livros acessíveis para que a criança possa pegá-los a qualquer momento, mesmo que ela ainda não leia, deixe-a experimentar a sensação de folhear um livro e imaginar a história.


“Além do desenvolvimento motor, a criança deve ser instigada à capacidade cognitiva, ou seja, a capacidade de interpretar os estímulos do ambiente para tomada de decisões. Por isso, é importante introduzir a leitura desde os primeiros anos de vida”, diz Bruna, que já tem mais de 15 anos de atuação na área de educação e atualmente é coordenadora do setor pedagógico do Kumon.


É nesta fase que os livros se tornam fortes aliados dos pequenos, ajudando-os a perceber a realidade que os cercam, ter contato com diversas experiências, aprender vocabulários e a ativar a imaginação. Nesse primeiro período, devido a criança ainda não ser capaz de entender o que está escrito, é necessário realizar a leitura passiva, ou seja, em voz alta. Dessa forma, os adultos irão intermediar o acesso dos pequenos aos livros por meio da fala, do diálogo, da interação e atividades lúdicas.


Para tanto, é interessante separar um momento e espaço para leitura. O local deve ser silencioso, confortável e sem muitos objetos que possam tirar a atenção, principalmente quando se trata de bebês. Esse tempo deve ser divertido e instigante para a criança, ela está conhecendo o mundo por meio das palavras. Por isso, tenha cuidado para a “leitura” não se tornar “obrigação”, caso contrário, não lhe despertará o gosto pelos livros.


Faça do momento uma oportunidade para intensificar a relação da família com o pequeno. Aproveite para estimular o convívio social. E se lembre de escolher materiais ilustrativos e descritivos. Deixe a criança tocar e apreciar o material, a fim dela se familiarizar com o livro. Estimule sensações e demonstre entusiasmo com a leitura. A contação de história é um momento de lazer, então crie vozes para os personagens e o narrador.


A pedagoga ainda ressalta que é normal a criança pedir para os pais lerem o mesmo exemplar mais de uma vez. “O fato delas desejarem que o mesmo livro seja relido várias vezes é porque se sentem felizes e desejam vivenciar repetidamente a mesma experiência. Reler para ela faz com que o cérebro dela trabalhe ativamente e assimile o vocabulário mais facilmente”, finaliza Bruna.


agênciamam - Assessoria de Imprensa do Kumon

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